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Santos vê Athletico ficar perto de lucrar com Bambu e não desiste de indenização

O Athletico-PR negocia a venda de Robson Bambu ao Nice (FRA). As tratativas são vistas como encaminhadas e a proposta de 8 milhões de euros (R$ 43,6 mi) deve ser suficiente.

O provável lucro do Furacão frustra o Santos. Menino da Vila, o zagueiro saiu de graça em 2018 e pode representar enorme lucro pouco mais de um ano depois.

Enquanto isso, o Peixe briga na Justiça por uma indenização de cerca de R$ 14 milhões na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), da CBF. O valor é calculado em 200 vezes o salário oferecido e recusado pelo zagueiro (R$ 70 mil) à época.

Enquanto isso, o Peixe briga na Justiça por uma indenização de cerca de R$ 14 milhões na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), da CBF. O valor é calculado em 200 vezes o salário oferecido e recusado pelo zagueiro (R$ 70 mil) à época.

Fato curioso na situação é o processo do Alvinegro ter sido iniciado pelo então gerente jurídico Rodrigo Gama, hoje membro do departamento de futebol do Athletico.

“O Santos buscará na CNRD a indenização tocante à violação ao exercício do seu direito de preferência na renovação do primeiro contrato especial de trabalho desportivo do atleta, nos termos da Lei Pelé. Pediremos, em uma ação principal, o equivalente a 200 vezes o valor salarial mensal constante da proposta apresentada pelo Santos. Ainda teremos que saber o valor que o Atlético-PR pagará mensalmente para saber se é maior ou não. A indenização se pautará no maior valor, que será verificado oportunamente”, disse Rodrigo, à Gazeta Esportiva, em novembro de 2018.

Ciente da procura por Bambu, o Athletico anunciou nesta semana a contratação de Felipe Aguilar junto ao Santos por R$ 10 milhões.

Crédito: Celso Pupo/ Fotoarena